terça-feira, 5 de agosto de 2008

O beijo!


Existem beijos que enlouquecem. Beijos que derrubam qualquer um. Beijos que nos fazem sonhar. Beijos que nos fazer querer mais. Beijos que nos trazem carinho. Beijos apaixonados, molhados, estalados...

Mas o melhor beijo do mundo é esse aí, que faz eu sentir o significado real da vida, dia após dia.

“Yes, it’s true...I live for you...”

quarta-feira, 23 de julho de 2008

A força...

Uma das coisas mais legais da vida é poder descobrir algumas fontes de energia, de força extra com a qual você pode contar a qualquer momento. Não que eu não soubesse onde estava ou se poderia contar com ela ou não. Eu sei onde está, mas agora, mais do que nunca, tenho a certeza de que ela vai estar do meu lado sempre que eu precisar.

Às vezes as coisas simples da vida, as sensações mais deliciosas do dia-a-dia passam batidas, por causa do corre-corre, das obrigações, da vida mesmo...e aí, quando você pára um pouco, ou passa dois dias em casa depois de uma extração daquele dente que te incomoda há tempos, se sente feliz, porque no momento em que você estava super nervosa e com medo, tinha uma mão que apertava o seu pé e dava até pra imaginar aquela 'vozinha' dizendo: “tô aqui”.

E de repente, nada é tão assustador quanto parece. E a vida é tão mais simples do que a gente pensa.

Sem essa força, o vazio que eu estaria sentindo agora seria imensamente maior do que o vazio que o meu dente deixou :)

I’m so glad you’re here...

terça-feira, 1 de julho de 2008

Todo São João tem seu fim...


Até que enfim! Hoje é dia 1º de julho e eu me sinto como se tivesse conseguido me soltar das garras poderosas que me prenderam ao interminável mês de junho!

Em primeiro lugar, gostaria de dizer que eu adoro o período junino. Gosto mesmo. Fui criada em meio a essas tradições todas: amendoim, canjica, milho, fogueira e fogos, muitos fogos! Desde pequena, meu pai me ensinou a soltar bombas e traques e já moleca, participava das guerras de “mijões” com os meninos da rua. Morava num beco sem saída (isso mesmo, depois da minha casa tinha um muro que encerrava a rua e dava num matagal) e todo ano a gente fechava o trecho, que se transformava num verdadeiro arraial, cheio de gente, com muita comida, forró (o autêntico, claro), fogos e quadrilha.

Ah, a quadrilha...ela era o meu sonho de consumo! Os maiores da turma se organizavam desde o começo do ano para ensaiar semanalmente até junho. Eu, como era da turma dos menores, não podia participar :( Tinha uma quadrilha mirim, mas eu queria mesmo era estar entre os grandes. Mais tarde, quando cresci mais, conquistei a tão sonhada vaga, mas aí não durou muito porque todo mundo cresceu demais e perdeu a graça. Mas ainda tive meus dois anos dourados dançando o xote :P As noites de São João daquela época com certeza fizeram minha infância mais feliz...

Mas os tempos mudaram. Eu cresci e parece que o São João também aqui em Sergipe. O pequeno estado vem brigando por uma vaga no pódio do “Melhor São João do País” ao lado dos já tradicionais de Campina Grande e Caruaru. E parece que vem conseguindo. Para isso, infelizmente, o mês de junho se transforma num período infinito pra mim. As tradições deram lugar a um verdadeiro festival de multidões ensandecidas que lotam qualquer lugar gigantesco pra assistir os shows de Aviões do Forró e em qualquer lugar que eu vá, sou obrigada a ouvir ‘Chupa que é de uva’ pelo menos 15 vezes. Fora aquelas festas insuportáveis de interior, que só fazem aumentar as estatísticas de acidentes de trânsitos nas rodovias.

Esse ano eu resolvi me enclausurar, aliás, como venho fazendo há muito tempo. Mas como toda regra tem sua exceção e tenho que admitir que o Forró Caju ainda salva o São João com atrações legais, fui dois dias no mercado ver qual era. O primeiro, pra ver Cordel do Fogo Encantado, que eu adoro e não perco nenhum show há quatro anos. Na véspera de São João, me deu um acesso de loucura e resolvi me enfiar numa multidão de 100 mil pessoas pra ver Zé Ramalho, que eu adoro. Se não fosse uma mesa comprada num bar fechado, com certeza isso não teria acontecido. Mas enfim, adorei os dois dias. Fora isso, a fogueira na porta de casa, com a família toda ao som de Luís Gonzaga, se fez presente no meu São João e é disso que eu gosto. Nada de ‘indústria junina’. Só a tradição mesmo...

Por falar em tradição, esse ano o mês de junho me trouxe MUITO trabalho. Toda essa badalação do São João me colocou, como jornalista, no olho do furacão! Tive que cobrir mil eventos e o pior: dos 30 longos dias de junho, só folguei um final de semana. O resto foi de trabalho e muito cansaço. Sim, mas voltando à tradição, esse trabalho todo também me trouxe uma surpresa muito grata. Ainda existe muita tradição por aí pelo interior e até aqui mesmo, na capital: as quadrilhas.

Como jornalista do Emsergipe.com, portal da TV Sergipe, percorri os interiores do Estado pra cobrir o concurso de quadrilhas ‘Levanta Poeira’, organizado pelo Núcleo de Produções Especiais da TV. O esquema era esse: chegar ao local às 17h, onde nove quadrilhas se apresentavam e chegar em casa por volta das 3h do outro dia. E claro, rotina de trabalho normal na redação. Eu era um zumbi.

Mas vou confessar uma coisa: nunca vi pessoas valorizarem tanto a nossa cultura como os componentes dessas quadrilhas. E diga-se de passagem, lindíssimas apresentações! Me emocionei em vários momentos, vendo a alegria daquele povo em estar ali, dançando com tanta energia, dedicação...e tudo isso com muito suor, pois como é de praxe, o que presta raramente tem seu devido valor aqui em Sergipe. Neguinho prefere pagar R$ 60 num camarote pra ver Calypso (que vem do Pará) do que ir a uma apresentação gratuita de quadrilhas. Então, vai na raça mesmo. E que raça! Esqueça aquelas quadrilhas de antigamente, com grande roda e xaxado. Isso tudo ainda existe, claro, mas com um glamour digno de escola de samba! Muito brilho, vestidos bordados com paetês, trocas de roupas no meio da dança e cenários montados com uma rapidez impressionante pelas equipes técnicas. Sim, existe isso em quadrilha.

Enfim, um verdadeiro desfile de tradição, em meio a um São João onde músicas pornográficas e dançarinas seminuas tomam conta. Trabalhei muito, mas valeu a pena ver o resultado final desse trabalho. Fiquei feliz em saber que ainda posso achar por aqui um pouquinho daqueles festejos da minha infância, com direito a quadrilha e tudo!

Mas nem se anime. Como é normal em Aracaju e no Brasil, findado o São João, é hora de começar a pensar no carnaval...e haja ouvido!!

Pra quem quiser conhecer mais sobre o Levanta Poeira:

http://emsergipe.globo.com/hotsites/levantapoeira/noticias.asp

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Quero ser Highlander*!

Poucas coisas me apavoram tanto quanto a morte. Falo mesmo, sem vergonha nenhuma, que ela me dá medo, me assusta, me incomoda. Aliás, não gosto nem de pensar que vou morrer um dia, ou que as pessoas que eu amo também vão. Os ‘seres evoluídos’ que me perdoem, mas aquele papo de que ‘você não vai morrer, vai renascer para outra vida’ o cacete! Quero é viver muito essa vida que me foi dada...essa aqui, onde eu posso acordar todos os dias e olhar pro rostinho lindo da minha filha, acompanhar o crescimento dela, escutar muita música, viajar muito, sair pra bater papo com as amigas, sorrir, amar, ser amada...e como eu poderia fazer isso tudo, sentir todas essas sensações, estando a sete palmos do chão?? Nem pensar!

Todo mundo diz que a morte é um ‘fenômeno natural’, mas eu me pergunto se é normal, que a mãe tenha que enterrar um filho. Essa é a ordem natural das coisas? Se for, é muito injusta!

Mas eu acho que todo mundo deveria ter um pouquinho de medo da morte, pra dar mais valor à vida, sem ter que precisar estar de frente a frente com ela em algum determinado momento. Recentemente, passei por uma experiência péssima e tive que lidar com o fato de que a morte está sempre nos rondando, mais perto e com mais freqüência do que eu imaginava. E me senti apavorada, triste, impotente. Descobri que, além do medo, eu não tenho nenhuma capacidade de assimilar a morte como uma coisa natural, mas como algo que fere, que interrompe. É claro que ninguém vive pra sempre, mas às vezes eu me pego pensando que eu quero ir antes de todo mundo que eu amo, pra não ter que passar pela dor da perda.

E é uma pena que, pra gente aprender a dar valor à nossa casa aqui na terra, que é o nosso corpo, tenha que, muitas vezes, parar pra refletir sobre isso. Sobre a morte. Eu, particularmente, não acho nada esperto subestimar o poder dela, que parece estar só esperando uma oportunidade pra ‘atacar’. Além do mais, é muito difícil se acostumar à falta. Eu nunca perdi ninguém próximo, então não sei como deve ser, mas imagino...

É por isso que eu acho que embora a gente não possa evitar o inevitável, é possível pelo menos adiar. Porque o pior tipo de morte é aquela que é avisada por nós, a que vê a gente dando sopa por aí e sai puxando pelo pé. Com essa eu não quero ir nunca!

Então, pessoal, se cuidem. Cuidado com os excessos, com as sobras, com a falta de senso, porque a morte pede carona mesmo e muitas vezes, a opção de deixar ela entrar no banco de trás do seu carro é sua. E a responsabilidade e conseqüência dos seus atos acabam sendo suas também.


*Highlander – guerreiro escocês imortal, personagem famoso do cinema na década de 80, interpretado pelo ator Christopher Lambert.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Shine a light on me...


A vida segue mesmo rumos engraçados. Nem sempre bons. Nem sempre ruins. Mas inusitados. Nunca fiz questão de uma vida de certezas. Nunca me importei em seguir padrão nenhum. Sempre fiz o que quis, como quis e quando quis...nem sempre da maneira certa, mas era a MINHA maneira. Chorei muito, ri demais, machuquei gente, me machuquei feio. Sempre caí. Sempre levantei.

Mas o mais legal da vida, é que um dia você acorda e percebe que nem tudo dura pra sempre (algumas coisas duram sim!), nada é por acaso, merdas acontecem, mas você é totalmente capaz de ‘limpar tudo’. Aos trancos e barrancos, você vai ajeitando as coisas, recolhendo os pedaços e colando tudo de novo. A vida se renova. Às vezes demora mais, às vezes menos. Antigos valores voltam à tona e de repente você se vê fazendo coisas que há muito não fazia...e não consegue lembrar por que tinha parado de fazer! Você aprende a apreciar a calma, a tranqüilidade. Aprende a diminuir o ritmo e a se sentir única com um gesto de carinho. Aprende a sentir paz, aprende a corresponder, a compartilhar. A amar.

A vida é difícil, mas viver é incrível, porque te dá a oportunidade de ter várias chances e de escolher como usar cada uma delas. Pro bem ou pro mal, a vida acaba se transformando naquilo que a gente quer. Então, não tem que ter medo dela. Cuidado sim, medo não. E a cada minuto da minha vida que passa, tenho mais vontade de saber como vou lidar com as peças que ela me prega. Cada ‘episódio’ é aguardado ansiosamente e ao mesmo tempo, muitos momentos são curtidos a passos miúdos...na esperança de que durem pra sempre. E pensando nisso, me lembrei de uma música (claro) do Travis pra encerrar meus devaneios de fim de expediente...”Indefinitely”....

"…Shine a light on me, so that everyone can see that I wanna stay here, indefinitely...Time exists but just on your wrist, so don’t panic. Moments last and lifetimes are lost in a day, so wind your watches down please, ‘cos there is no time to lose. And I’m gonna stay here, indefinitely...And I wanna stay here, so just let me be…”

E é aqui que eu quero ficar…indefinitivamente! Sem tempo a perder e com todos os holofotes da vida em mim! :)

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Top 10!

ahhhhhhhhh

Sem saco de escrever, gente...eu escrevo tanto, todo dia, que tô com bloqueio intelectual! :P

Mas vou esvaziar meu saco, depois escrevo mais...enquanto isso, listinha TOP 10 do dia..só musicão!!! Massa pra rolar no I-pod :P

1- Many Shades of Black – The Racounters
2- Piazza, New York Catcher – Belle and Sebastian
3- Old Yellow Bricks – Arctic Monkeys
4- Time for Heroes – Libertines
5- Dark of the Matinee – Franz Ferdinand
6- Remedy – Black Crowes
7- Deja Vú – Pitty
8- Jigsaw Falling into Place – Radiohead
9- Big Mouth Strikes Again – The Smiths
10- The Humpty Dumpty Love Song – Travis



E é só isso que tenho a dizer sobre isso :P

bjundas!

quinta-feira, 10 de abril de 2008

As melhores coisas da vida!

Adoro quando eu acordo feliz assim, de bom humor (quem me conhece sabe como isso é raro :P). Aí fico pensando num monte de coisa boa. Coisas que eu adoro, que me fazem feliz...então resolvi escrever algumas aqui:
Malu!
amor!
música
café na cama
um abraço bem apertado
beijo estalado

beijo de língua
dormir de conchinha
amor de mãe
amor de filha
happy hour com as amigas
rio de janeiro

caipirosca
caranguejo
praia
rir da vida
chocolate
nestea de pêssego bem gelado
sushi

cinema
amizade incondicional
dançar!
sorvete
beatles
ficar de pijama o dia todo
ir à uma boa festa
viajar!
acordar de bom humor
a abertura de ‘Friends’
sex and the city

meu filhote Lennon
meu filhote Ozzy (saudades…)
batata frita
azeitona
se sentir feliz!


hum...imagino que deva ter muito mais! Vou atualizando a lista!

um ótimo finde pra todos!

:****

ps: Raquel mandou acrescentar SEXO! kkkkkkkkk..e ela tá errada? :P au!
ps2: Eulina, aquela paia que não sabe nem mandar um comentário pro blog, tb mandou algumas pro meu e-mail: Pôr do sol...Vomitar muito qdo tá de ressaca..ovomaltine do bob's...água gelada depois de uma caminhada...menstruar depois de uma inconsequente sem camisinha...e lógicoooo....ir p uma festa vestindo IRRESISTIVELLLLLLL(que logo logo estará mais irresistivel após uma pequena reforma...kkkkkkkk) temmm muito maisssssssss beijosssss paiasssssss
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk